A Educação passa por diferentes transformações ao longo da sua história, seja na forma de ensinar, aprender, forma de pensar o sistema de ensino. Nos anos 2025 vive-se o momento mais atual da Cultura Digital em toda a sociedade, mas esta Cultura Digital ainda parece refletir pouco nos métodos e sistemas de ensino brasileiros.
Os alunos que temos atualmente na Educação Básica são os nativos digitais de duas gerações, geração Z e geração Alfa. Estes alunos em sua maioria vivem a Cultura Digital, salvo os excluídos digitais, expressando seus pensamentos, comunicar com os pares, entretenimento, busca de notícias, entre outros. Por que não utilizar desta Cultura Digital como aliada para o ensino aprendizagem?
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prega que as Tecnologias Digitais (TDs) devem estar presentes no ensino aprendizagem dos estudantes brasileiros, sendo parte integrante do processo e objetivo de alcance de diferentes habilidades e competências. Surge neste sentido a Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH) que busca estimular e implantar uma rede de apoio para que os sistemas de ensino implantem definitivamente a Educação Híbrida em suas escolas.
Clorisvaldo, professor de uma escola do ensino médio que aderiu ao programa da RIEH, precisa trabalhar sua disciplina na perspectiva da Educação Híbrida, mas sente anseio em como implantá-la, pois percebe que alguns de seus alunos não possuem acesso a aparelho celular ou outras ferramentas que permitam o acesso à internet. Também percebe que os estudantes no qual possuem acesso à internet e aos aparelhos, em sua maioria utilizam os artefatos digitais com fins diversos aos educacionais, sendo assim, o professor se ver angustiado em como estimular e orientar estes estudantes a utilizarem os aparelhos adequadamente para fins educacionais.
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