quarta-feira, 30 de abril de 2025

A nova geração de idiotas...


 

PBL Tema 6 - Recurso Educacional Digital

Maria trabalha em uma escola há 8 (oito) anos e durante toda sua prática pedagógica, fez uso apenas do quadro, de atividades impressas e do livro didático para planejar e realizar suas aulas. Apesar de perceber o desinteresse das crianças, Maria não conhecia outros meios que poderia usar para tornar suas aulas mais interessantes. e dinâmicas.

Após conversar com outros professores sobre a possibilidade do uso das tecnologias em sala de aula, acabou percebendo que sua turma se interessava muito pelas tecnologias digitais e que a maioria dos alunos sempre estavam conectados nos momentos em que não havia aula. Depois de explicar sua preocupação para a gestão, Maria foi orientada pela escola onde trabalha a procurar diferentes recursos educacionais digitais para deixar suas aulas mais atrativas, assim como foi orientada a tentar implementar esses recursos em seu planejamento. Conversando com os professores, Maria conheceu também os Recursos Educacionais Abertos (REA), o que a fez ficar cada vez mais curiosa sobre os recursos. 

Maria enfrenta o desafio de aprender sozinha a utilizar e integrar os REDs e os REAs em suas aulas. Além da dificuldade em localizar e selecionar os recursos mais adequados, também teve o desafio de adaptá-los ao seu planejamento pedagógico, visando promover uma aprendizagem mais significativa, que estimula a autonomia, a criatividade e a interação dos alunos.

Bibliografia básica

SANTANA, Bianca. Materiais didáticos digitais e recursos educacionais abertos. in: SANTANA, Bianca; ROSSINI, Carolina; PRETTO, Nelson L. (orgs). Recursos educacionais abertos: práticas colaborativas políticas públicas. Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital, 2012. Acesso em: livroREA-1edicao-mai2012.pdf

HITZSCHKY, Rayssa Araújo; ARRUDA, Juliana Silva; CASSIANO, Antônia Taticlé Vieira; LIMA, Cintia Arruda; SIQUEIRA, Liliane Maria Ramalho de Castro; FILHO, José Aires de Castro. Formação docente e artefatos digitais: análise de Recursos Educacionais Digitais (RED) e a exploração de um repositório educacional digital. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 26. , 2020, Evento Online. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2020. p. 369-378. DOI: https://doi.org/10.5753/cbie.wie.2020.369.

ÁVILA et Al. Concepções e princípios pedagógicos da educação com utilização de recursos educacionais digitais. Anais do 20º Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância e o 9º Congresso Internacional de Educação Superior a Distância, Campo Grande, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2023. Disponível em: https://submissao-esud.ufms.br/home/article/view/141/26


Bibliografia complementar

MEDEIROS et Al. Recursos Educativos Digitais: Uma Revisão de Literatura em Anais de Congressos em Informática na Educação. Fortaleza, III congresso sobre Tecnologias de Educação, 2018. Disponível em:  CtrlE_2018_paper_83.pdf

ALMEIDA, Patrícia. Tecnologias digitais em sala de aula: o professor e a reconfiguração do processo educativo. Revista da Investigação às Práticas, Coimbra, v. 8, nº 1, p. 4-21, 2017. Disponível em: Tecnologias digitais em sala de aula: o professor e a reconfiguração do processo educativo | Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional

SANTOS, Libério Mayk Luciano; GARCIA, Anilton Salles. Recurso educacional digital como auxiliar no ensino e aprendizagem escolar. Editora Observatório de la Economía Latino Americano, Vitória, 2023. Disponível em: Recurso educacional digital como auxiliar no ensino e aprendizagem escolar 1° Edição finalizado.

Perguntas:
1. O que são os Recursos Educacionais Digital e Recursos Abertos Educacionais?

2. Como podemos tornar as aulas mais atrativas e significativas utilizando Recursos Educacionais Digitais acessíveis e gratuitos?

3. Como o professor pode integrar os REDs e os REAs em seus planejamentos visando favorecer a aprendizagem significativa de seus alunos, assim como beneficiar o desenvolvimento da autonomia, criatividade e interação das crianças durante as aulas?

4. De que maneira os conhecimento desses recursos (RED e REA) podem ser facilitados e  de que forma o professor pode ter contato com esses recursos?




quarta-feira, 16 de abril de 2025

PBL Tema 5 - Educação Híbrida

 A Educação passa por diferentes transformações ao longo da sua história, seja na forma de ensinar, aprender, forma de pensar o sistema de ensino. Nos anos 2025 vive-se o momento mais atual da Cultura Digital em toda a sociedade, mas esta Cultura Digital ainda parece refletir pouco nos métodos e sistemas de ensino brasileiros.

Os alunos que temos atualmente na Educação Básica são os nativos digitais de duas gerações, geração Z e geração Alfa. Estes alunos em sua maioria vivem a Cultura Digital, salvo os excluídos digitais, expressando seus pensamentos, comunicar com os pares, entretenimento, busca de notícias, entre outros. Por que não utilizar desta Cultura Digital como aliada para o ensino aprendizagem? 

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prega que as Tecnologias Digitais (TDs) devem estar presentes no ensino aprendizagem dos estudantes brasileiros, sendo parte integrante do processo e objetivo de alcance de diferentes habilidades e competências. Surge neste sentido a Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH) que busca estimular e implantar uma rede de apoio para que os sistemas de ensino implantem definitivamente a Educação Híbrida em suas escolas.

Clorisvaldo, professor de uma escola do ensino médio que aderiu ao programa da RIEH, precisa trabalhar sua disciplina na perspectiva da Educação Híbrida, mas sente anseio em como implantá-la, pois percebe que alguns de seus alunos não possuem acesso a aparelho celular ou outras ferramentas que permitam o acesso à internet. Também percebe que os estudantes no qual possuem acesso à internet e aos aparelhos, em sua maioria utilizam os artefatos digitais com fins diversos aos educacionais, sendo assim, o professor se ver angustiado em como estimular e orientar estes estudantes a utilizarem os aparelhos adequadamente para fins educacionais.

PERGUNTAS

1 – Qual a definição de Educação Híbrida?

2 – Qual a diferença entre Educação Híbrida e Educação a distância?

3 – Como os professores podem implantar a Educação Híbrida em suas aulas afim de incluir a Cultura Digital no processo de ensino aprendizagem dos estudantes nativos digitais?

4 – Com a utilização cada vez mais rotineira das comodidades das tecnologias, nossa forma de pensar, nos comunicar e aprender são modificadas, então, como a Educação Híbrida pode influenciar a formação da consciência crítica dos estudantes em uma sociedade cada vez mais mediada por algoritmos e dados?

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIMA, Daniela da Costa Britto Pereira. Educação Híbrida em Contexto com a RIEH: conceitos e orientações pedagógicas. Projeto Desenvolvimento da rede de inovação para educação Híbrida/UFAL, Ibsen Mateus Bittencourt (Coordenador). Maceió: Edufal, 2024.

Pimentel, F. S. C., Rita, L. P. S., Pinto, I. M. B. S., Junior, N. B. dos S., & Amaro, M. J. R. (2024). Educação Híbrida na formação de gestores: uma visão experiencial dos impactos e desafios. EmRede - Revista De Educação a Distância, 11. https://doi.org/10.53628/emrede.v11i.1080

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Lei nº 14.945/2024. Estabelece a Política Nacional de Ensino Médio. 2024. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14945-31-julho-2024-796017-publicacaooriginal-172512-pl.html. Acesso em: 12 de abr. 2025.

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Resolução CNE/CEB nº2 de 13 de novembro de 2024. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/ceb-n-2-de-13-de-novembro-de-2024-596119533. Acesso em: 12 de abr. 2025.

quarta-feira, 9 de abril de 2025

PBL Tema 4 – Educação a Distância

Em uma reunião do Comitê de Gestão Acadêmica de uma instituição pública de ensino superior, a equipe pedagógica foi convocada para discutir os desafios enfrentados pelos cursos ofertados na modalidade de Educação a Distância (EaD). O ponto central da pauta foi o alto índice de evasão detectado nos cursos EaD da instituição, que está acima da média nacional.

Segundo dados do INEP (Censo da Educação Superior), embora a EaD representa atualmente mais de 60% das matrículas em cursos de graduação no país, os índices de evasão são preocupantes, chegando a ultrapassar 50% em determinadas regiões e instituições. Esses números contrastam com o discurso de democratização do acesso ao ensino superior, frequentemente associado à modalidade.


Além da evasão, o comitê também se debruça sobre questões relacionadas à qualidade do ensino oferecido, que tem sido alvo de críticas de alunos e docentes. Os problemas apontados envolvem desde limitações na formação pedagógica dos tutores e professores, passando pela precariedade dos materiais didáticos e das tecnologias utilizadas, até a escassez de estratégias de acompanhamento dos estudantes.

Diante disso, o Comitê tem como desafio garantir a permanência e o sucesso dos estudantes na EaD, assegurando a qualidade da formação, frente aos altos índices de evasão identificados pelo INEP e às críticas em relação ao modelo pedagógico adotado.

Bibliografia básica:

MERCADO, L. P. L. et al. Indicadores da educação a distância no contexto da Universidade Aberta do Brasil em Alagoas: Impactos acadêmicos, pedagógicos e sócio-econômicos. Coordenadoria Institucional de Educação a Distância-Universidade Federal de Alagoas, 2012.

MOORE, Michael G.; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: sistemas de aprendizagem on-line. São Paulo: Cengage Learning, 2013.

RICARDO, Jaison Sfogia. Impacto da nova regulamentação da EaD para as instituições de educação superior. EaD UFBA em Revista, Salvador, n. 2, 2017.

 

Bibliografia complementar:

PINTO, A. V. O conceito de tecnologia. São Paulo: Contraponto, 2008. v. 1 

PIMENTEL, Fernando Silvio Cavalcante et al. A política de expansão do ensino superior por meio da UAB em Alagoas. Interfaces Científicas-Educação, v. 7, n. 3, p. 127-138, 2019.

BATISTA, Carla Jeane Farias; SOUZA, Marisa Magalhães. A Educação a Distância no Brasil: regulamentação, cenários e perspectivas. Revista Multitexto, v. 3, n. 2, p. 11-15, 2015.

Perguntas:

1-    Qual o conceito de EaD?

 

2-    Quais os impactos sociais e educacionais da restrição de cursos EaD em regiões onde essa modalidade é a única alternativa de acesso ao ensino superior?

 

3-    Como as tecnologias digitais podem contribuir para garantir a qualidade da Educação a Distância (EaD)?

4-    Quais aspectos da regulamentação da EaD devem ser aprimorados para reduzir a evasão e melhorar a qualidade do ensino, especialmente em relação à formação de tutores, materiais didáticos e tecnologias utilizadas?


quarta-feira, 2 de abril de 2025

PBL Tema 3 - Cultura Digital

Em uma sociedade cada vez mais conectada, a tecnologia digital permeia aspectos da vida cotidiana, modificando a forma como nos comunicamos, trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos. No entanto, a relação entre tecnologia e sociedade é complexa e bidirecional. Conforme argumentam Castells (2007) e Buckingham (2012), a tecnologia não é uma força externa que molda passivamente a sociedade, mas sim um produto da própria cultura, refletindo nossas necessidades, ou seja, a tecnologia evolui de acordo com as necessidades da sociedade. 

Em uma pequena cidade do interior, a prefeitura decide implementar um projeto com o objetivo de modernizar os serviços públicos e promover a inclusão digital. Para isso, são instalados pontos de acesso Wi-Fi gratuito em praças e escolas, além de serem distribuídos tablets para os alunos da rede municipal. 

Júlia, uma professora de história, decide aproveitar os novos recursos para tornar suas aulas mais interativas. Ela cria um grupo no whatsapp para os alunos compartilharem pesquisas e debaterem sobre os eventos históricos solicitados em aula, e utiliza aplicativos de realidade aumentada para simular visitas a museus e sítios arqueológicos. 

No entanto, Júlia logo percebe que muitos alunos não estão familiarizados com as ferramentas digitais e têm dificuldades em utilizá-las de forma produtiva. Além disso, ela nota que a cultura digital da cidade é bastante irregular, com alguns jovens imersos em redes sociais e jogos online, enquanto outros têm pouco ou nenhum contato com a tecnologia.

Bibliografia básica: 

PIMENTEL, F. S. C. A Aprendizagem das crianças na Cultura Digital. 2ª ed. rev e ampl. Maceió: Edufal, 2017. 

PINTO, A. V. O conceito de tecnologia. São Paulo: Contraponto, 2008. v. 1 

MORAIS, Anuar Daian de. FAGUNDES, Léa da Cruz. A inclusão digital da escola ou a inclusão da escola na cultura digital?. n. 19 (2011) .


Bibliografia complementar: 

https://open.spotify.com/episode/46mLDZb7tumPJYZd9olpTt?si=SdOcc0qxS7uhq7VJ7dLhUw https://open.spotify.com/episode/3UiJbuxrCYtwBR9LSnUJnP?si=ztaJf-rNQbaFXu5pw-tQeA https://open.spotify.com/episode/4AxntPIWUH4wRcrwk9zddH?si=zPEHuSL-QvqveoIzZg7mjA https://open.spotify.com/episode/4W1rKMb8zhoBxazvooJks2?si=TvIvsDm2RienPp6LNV1Aqg 

Questões do PBL 3:

1. Qual a definição (e o conceito) de Cultura digital?

2. Qual a definição (e o conceito) de Inclusão digital?

3. Como as políticas públicas de inclusão digital podem considerar a diversidade cultural e as diferentes formas de apropriação da tecnologia, a fim de promover uma cultura digital mais equitativa e inclusiva?

Obs.: Material de estudo disponível no drive!

Propostas para os temas dos artigos - entrega até 16 de julho

Sobre o artigo (paper). Deverá ser de 10 a 15 páginas, sobre temática da área do problema desenvolvido. O artigo será individual para os alu...