quarta-feira, 28 de maio de 2025

Propostas para os temas dos artigos - entrega até 16 de julho

Sobre o artigo (paper). Deverá ser de 10 a 15 páginas, sobre temática da área do problema desenvolvido. O artigo será individual para os alunos regulares, e em duplas ou trios para os alunos de domínio conexo, devendo ser submetido a algum evento e/ou periódico da área. 

Temas:

a. A evolução das tecnologias da cultura escrita e digital na educação – Análise histórica e conceitual sobre como a transição do impresso para o digital impactou os processos educativos.

b. Multiletramentos e ensino: desafios e possibilidades na cultura digital – Reflexões sobre a necessidade de práticas pedagógicas que contemplem múltiplas formas de linguagem e comunicação mediadas por tecnologia.

c. Metodologias participativas e tecnologias educacionais: inovação no ensino presencial, híbrido e a distância – Investigação sobre como abordagens pedagógicas inovadoras podem potencializar o ensino em diferentes modalidades.

d. Recursos digitais na educação: análise crítica do impacto na aprendizagem – Discussão sobre o uso de plataformas, softwares e ferramentas digitais no ensino e seus efeitos no desempenho dos estudantes.

e. Avaliação da aprendizagem em ambientes digitais: desafios e estratégias – Estudo sobre métodos avaliativos que incorporam tecnologias digitais e suas implicações na personalização do ensino.

f. A formação docente frente às tecnologias educacionais – Análise sobre como a formação de professores influencia a adoção e a eficácia das tecnologias no ensino.

g. Gamificação e ensino de linguagens: uma abordagem baseada em tecnologia – Pesquisa sobre como a gamificação pode ser aplicada para o ensino de práticas de linguagem e letramento digital.

h. Inclusão digital e equidade educacional: barreiras e oportunidades – Investigação sobre o acesso às tecnologias na educação e estratégias para promover maior equidade digital.

i. Cultura digital e letramento crítico: o papel da escola na formação de cidadãos digitais – Reflexão sobre como a educação pode preparar os alunos para interpretar, criar e interagir criticamente em ambientes digitais.

j. Educação significativa e contextualizada com tecnologias digitais: tendências e desafios – Estudo sobre como inteligência artificial, análise de dados e plataformas adaptativas podem contribuir para um ensino mais personalizado.


PBL Tema 9 - Docência na cultura digital

Nas aulas de Matemática de uma turma do oitavo ano, a docente Juliana desenvolve uma metodologia de ensino focalizada na transmissão de conhecimentos. Para tanto, utiliza como recurso unicamente o quadro branco e o livro didático. A integração das tecnologias digitais é um desafio para a sua prática pedagógica, visto que não considera necessário utilizar outros recursos ou interfaces para agregar no exercício docente.

Os estudantes, por sua vez, vivenciam o dia a dia com acesso à internet e às redes sociais, consumindo todas as informações que são expostas e compartilhadas, mas também construindo conhecimento a partir da interação e do acesso às informações permeadas pela cultura digital. Por outro lado, a escola considera necessário refletir acerca das mudanças culturais e, para tanto, compreende a necessidade de valorizar a cultura digital frente ao processo de ensino e aprendizagem, levando em consideração a imersão dos alunos em tal cultura.

Ressalta-se ainda que, quando discutido em reunião acerca da necessidade de acrescentar no planejamento a utilização das tecnologias digitais em sala de aula, muitos professores apresentam resistência. Contudo, a gestão e coordenação da escola estão focadas em promover o preparo necessário para que os professores desenvolvam um trabalho que integre a cultura digital em sala de aula por intermédio das tecnologias digitais. Os professores, em sua grande maioria, sentem total insegurança por nunca terem usado em suas aulas tais tecnologias, e alguns deles preferem permanecer sem as utilizar. Entretanto, existe a cobrança pela gestão e coordenação da escola para tal aplicabilidade.  

Levar em consideração uma aprendizagem que integre a cultura digital e propicie a construção coletiva do conhecimento por intermédio da participação e interação é um grande desafio dessa sala de aula. Refletindo ainda em discentes que não possuem uma reflexão crítica quanto à vivência na cultura digital e que também não apresentam interesse pela metodologia desenvolvida pela professora em sala de aula, resultando cada vez mais no desânimo dos estudantes no que se refere ao interesse pela matemática. Tais problemáticas instigam a professora Juliana a repensar a sua prática docente e trazer uma ressignificação para o seu trabalho frente a uma nova maneira de pensar e vivenciar o ensino, permeada pela cultura digital e o acesso a diversas tecnologias digitais.

Questões:

1 Qual o conceito de docência?

2 Qual a relação existente entre cultura digital e tecnologias digitais?

3 Como integrar a cultura digital à prática docente, considerando os desafios que permeiam o preparo do professor desde a formação inicial à formação continuada?

4 Como pensar um processo de ensino e aprendizagem que instigue a reflexão crítica dos estudantes mediante a imersão na cultura digital permeada pelo acesso às tecnologias digitais?

 

Bibliografia básica:

SÚNEGA, P. B. C; GUIMARÃES, I. V. A docência e os desafios da cultura digital. Revista Reflexão e Ação, Santa Cruz do Sul, v. 25, n. 1, p. 178-197, Jan./Abr. 2017. DOI: 10.17058/rea.v25i1.7856. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/view/7856. Acesso em: 27 maio 2025.  

PIMENTEL, F. Perspectivas da cultura digital. In:_. A aprendizagem das crianças na cultura digital. 2ª ed. rev e ampl. Maceió: EDUFAL, 2017. p. 31-75.

SILVA, E. N.; LIMA, F. J. de. Tecnologias digitais na formação de professores: um panorama de pesquisas apresentadas no encontro nacional de educação matemática. Boletim Cearense de Educação e História da Matemática, v. 8, n. 23, p. 892–905, 2021. DOI: 10.30938/bocehm.v8i23.4868. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/BOCEHM/article/view/4868. Acesso em: 10 maio. 2025.

LOMBA, M. L. R; SCHUCHTER, L. H. Profissão docente e formação de professores/as para a educação básica: reflexões e referenciais teóricos. Educação em revista, Belo Horizonte, v. 39, p. 1-17, 2023. DOI: https://dx.doi.org/10.1590/0102-469841068 Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/KbTZcBtWfmrfbP7GvFHkFjq/. Acesso em: 28 maio 2025.


quarta-feira, 21 de maio de 2025

PBL Tema 8 - Avaliação e RDE

A professora Helena sempre teve um carinho especial pela turma do 7º ano B. Eram alunos curiosos, cheios de energia, mas ultimamente algo a estava preocupando: a maioria da turma estava com dificuldade em Matemática, principalmente em conteúdos como frações, porcentagem e resolução de problemas. Apesar de suas explicações e exercícios, os resultados nas atividades e provas continuavam baixos.   Além disso, muitos alunos pareciam desmotivados. Helena começou a se perguntar: “O que será que está acontecendo? O que posso fazer diferente para alcançar meus alunos?” Foi então que, durante uma reunião pedagógica, surgiu a oportunidade de compartilhar suas angústias com outros professores. Enquanto desabafava, a professora de Ciências comentou: “Helena, eu estava passando por algo parecido com os conceitos de ecossistemas. Só consegui engajar minha turma depois que comecei a usar Recursos Educacionais Digitais. Já tentou?” Helena ficou curiosa. Ela nunca tinha usado muitos Recursos Educacionais Digitais em suas aulas, ficando somente em suas aulas em apresentação no projetor. Foi então que, naquela mesma reunião, o professor de História apresentou alguns exemplos que ele usava, como quizzes interativos no Kahoot, vídeos com atividades no Edpuzzle, jogos de Matemática no GeoGebra e tarefas personalizadas no Google Sala de Aula. A  partir deste momento, mesmo sem muita familiaridade, Helena decidiu tentar, mas ainda sem saber como usar os RDE na avaliação para a aprendizagem.

Perguntas:

  1. Qual o conceito de avaliação para aprendizagem e da aprendizagem?
  1. Como a avaliação para a aprendizagem pode contribuir para que o professor identifique as dificuldades dos alunos e ajuste sua prática pedagógica que os alunos aprendam? 
  1. De que forma a abertura da professora Helena para ouvir os colegas e experimentar novas abordagens revela a importância da formação continuada e da colaboração entre professores?

 

Referências Básicas:

ALVES, Rejane de Oliveira, FONSECA, Edna Telma e SILVA VILAR . Avaliação para aprendizagem e suas implicações no planejamento pedagógico. Revista Administração Educacional - CE - UFPE Recife-PE, V.15 N.01 p36-55, jun/jul 2024 ISSN:2359-1382 DOI http://doi.org/10.51359/2359-1382.2023.263076

MARINHO, Paulo , FERNANDES, Preciosa  e PIMENTEL, Fernando . The digital portfolio as an assessment strategy for learning in higher education. Distance Education, 2021. 42:2, 253-267, DOI: 10.1080/01587919.2021.1911628.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2011.

MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. Campinas: Papirus, 2013.

 

Referências complementares:

BRASIL. Ministério da Educação. Referenciais de Qualidade para Recursos Educacionais Digitais. Brasília: MEC, 2011.

BLACK, Paul; WILIAM, Dylan. Inside the Black Box: Raising Standards Through Classroom Assessment. Phi Delta Kappan, 1998.

IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2011.

NASCIMENTO, Edinardo. Gamificação E Tecnologias Digitais No Ensino De Matemática: Ferramentas Para Engajamento E Aprendizagem Significativa. Revista Tópicos, V. 3, N. 18, 2025.


quarta-feira, 14 de maio de 2025

PBL Tema 7 - Multiletramentos e tecnologia

Em uma escola localizada em uma comunidade agrícola, os estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio são usuários ativos de redes sociais como TikTok, Instagram, WhatsApp e YouTube. Apesar do acesso à internet ser limitado em algumas casas, muitos alunos utilizam os dados móveis de seus celulares para interagir, produzir e consumir conteúdos digitais diariamente.

Por outro lado, um grupo de professores da escola enfrenta dificuldades em integrar essas tecnologias e linguagens digitais às suas práticas pedagógicas. Muitos não se sentem preparados para lidar com os novos letramentos exigidos pela cultura digital, como o uso de vídeos curtos, memes, podcasts ou a leitura crítica de conteúdos multimodais.

A Coordenação propõe à escola um projeto interdisciplinar que desafie os professores a desenvolver aulas baseadas nos multiletramentos e nas linguagens das redes sociais, utilizando os conhecimentos e experiências digitais dos alunos para aproximar os conteúdos escolares da realidade vivida por eles. Os professores ficam apreensivos com essa proposta, porém aceitam o desafio.

Nesse contexto, os professores passam a ser instigados a criar estratégias de ensino que dialoguem com o uso das redes sociais pelos alunos, promovendo a leitura crítica, a produção multimodal e o protagonismo juvenil, mesmo em um contexto rural com acesso tecnológico limitado.

Perguntas para aprofundamento:

1. Qual o conceito de Multiletramentos?

2. De que maneira os multiletramentos podem contribuir para transformar práticas pedagógicas “tradicionais” em práticas mais inclusivas e conectadas às vivências digitais dos alunos, especialmente em contextos rurais com acesso limitado à tecnologia?

3. Como os conceitos de interatividade e multiletramentos, discutidos por Rojo, podem orientar os professores a criarem experiências de aprendizagem em que os alunos se tornem autores e protagonistas no uso das linguagens das redes sociais no ambiente escolar?

4. Quais desafios e possibilidades se apresentam para a formação docente quando se busca integrar as TICs e os multiletramentos ao currículo, considerando as desigualdades de acesso e os diferentes níveis de letramento digital entre professores e estudantes?

Referências: (disponíveis no drive da disciplina)

ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (Orgs.). Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.

ROJO, Roxane (Org.). Escol@ conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola Editorial, 2013.


1. Qual o conceito de Multiletramentos?
R. De acordo com Rojo, os multiletramentos referem-se a multiplicidade de culturas e diversidade de linguagens e textos em suas diferentes modalidades. A autora aponta para as “duas ordens de  significação: a da multimodalidade e das diferenças socioculturais” enfatizando que tal conceito não pode ser traduzido de forma direta, porém, pode-se dizer que os multiletramentos estão “ligados a recepção e produção de textos/discursos em diversas modalidades de linguagem, mas que remetem a duas características da produção e circulação dos textos/discursos hoje – a multissemiose ou a multimodalidade devido principalmente às novas tecnologias digitais e a diversidade de contextos e culturas em que esses textos circulam.
2. De que maneira os multiletramentos podem contribuir para transformar práticas pedagógicas “tradicionais” em práticas mais inclusivas e conectadas às vivências digitais dos alunos, especialmente em contextos rurais com acesso limitado à tecnologia?
R. A partir do conceito de multiletramentos, a autora faz um convite para romper com as práticas tradicionais de ensino como uma forma de compreender que a sala de aula não pode continuar com a mesma metodologia diante de jovens que estão imersos num mundo tecnológico. Por meio do uso dos diferentes tipos de textos e linguagens e diversidade de culturas que eles tem acesso, é possível ao professor trazer atividades voltadas para essa análise. Desse modo a autora aborda sobre a necessidade dos professores se tornarem produtores de conhecimento a partir da novas ferramentas e dispositivos digitais.
3. Como os conceitos de interatividade e multiletramentos, discutidos por Rojo, podem orientar os professores a criarem experiências de aprendizagem em que os alunos se tornem autores e protagonistas no uso das linguagens das redes sociais no ambiente escolar?
R. Por meio da interatividade e os multiletramentos é possível transformar a sala de aula em um lugar dinâmico e inclusivo, em que os alunos possam se tornar protagonistas de sua aprendizagem mediados pelo professor. Quando o professor reconhece a importância do desenvolvimento das linguagens digitais no cotidiano da sala voltadas para os estudantes, ele possibilita que eles participem de forma crítica e ativa na sociedade atual.
4. Quais desafios e possibilidades se apresentam para a formação docente quando se busca integrar as TICs e os multiletramentos ao currículo, considerando as desigualdades de acesso e os diferentes níveis de letramento digital entre professores e estudantes?
R. A necessidade crescente de investimento em políticas que envolva a aquisição de equipamentos tecnológicos e investimento em internet em zonas rurais. Sobretudo na necessidade de formação continuada para professores, pois como a autora enfatiza “é preciso capacitar ambos, estudantes e mestres, para que possam usufruir ao máximo das possibilidades de aprendizagem”, pois não adianta haver o investimento em recursos tecnológicos, sem que os professores não saibam utiliza-la pedagogicamente promovendo a aprendizagem dos estudantes. 





quarta-feira, 30 de abril de 2025

A nova geração de idiotas...


 

PBL Tema 6 - Recurso Educacional Digital

Maria trabalha em uma escola há 8 (oito) anos e durante toda sua prática pedagógica, fez uso apenas do quadro, de atividades impressas e do livro didático para planejar e realizar suas aulas. Apesar de perceber o desinteresse das crianças, Maria não conhecia outros meios que poderia usar para tornar suas aulas mais interessantes. e dinâmicas.

Após conversar com outros professores sobre a possibilidade do uso das tecnologias em sala de aula, acabou percebendo que sua turma se interessava muito pelas tecnologias digitais e que a maioria dos alunos sempre estavam conectados nos momentos em que não havia aula. Depois de explicar sua preocupação para a gestão, Maria foi orientada pela escola onde trabalha a procurar diferentes recursos educacionais digitais para deixar suas aulas mais atrativas, assim como foi orientada a tentar implementar esses recursos em seu planejamento. Conversando com os professores, Maria conheceu também os Recursos Educacionais Abertos (REA), o que a fez ficar cada vez mais curiosa sobre os recursos. 

Maria enfrenta o desafio de aprender sozinha a utilizar e integrar os REDs e os REAs em suas aulas. Além da dificuldade em localizar e selecionar os recursos mais adequados, também teve o desafio de adaptá-los ao seu planejamento pedagógico, visando promover uma aprendizagem mais significativa, que estimula a autonomia, a criatividade e a interação dos alunos.

Bibliografia básica

SANTANA, Bianca. Materiais didáticos digitais e recursos educacionais abertos. in: SANTANA, Bianca; ROSSINI, Carolina; PRETTO, Nelson L. (orgs). Recursos educacionais abertos: práticas colaborativas políticas públicas. Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital, 2012. Acesso em: livroREA-1edicao-mai2012.pdf

HITZSCHKY, Rayssa Araújo; ARRUDA, Juliana Silva; CASSIANO, Antônia Taticlé Vieira; LIMA, Cintia Arruda; SIQUEIRA, Liliane Maria Ramalho de Castro; FILHO, José Aires de Castro. Formação docente e artefatos digitais: análise de Recursos Educacionais Digitais (RED) e a exploração de um repositório educacional digital. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 26. , 2020, Evento Online. Anais [...]. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Computação, 2020. p. 369-378. DOI: https://doi.org/10.5753/cbie.wie.2020.369.

ÁVILA et Al. Concepções e princípios pedagógicos da educação com utilização de recursos educacionais digitais. Anais do 20º Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância e o 9º Congresso Internacional de Educação Superior a Distância, Campo Grande, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2023. Disponível em: https://submissao-esud.ufms.br/home/article/view/141/26


Bibliografia complementar

MEDEIROS et Al. Recursos Educativos Digitais: Uma Revisão de Literatura em Anais de Congressos em Informática na Educação. Fortaleza, III congresso sobre Tecnologias de Educação, 2018. Disponível em:  CtrlE_2018_paper_83.pdf

ALMEIDA, Patrícia. Tecnologias digitais em sala de aula: o professor e a reconfiguração do processo educativo. Revista da Investigação às Práticas, Coimbra, v. 8, nº 1, p. 4-21, 2017. Disponível em: Tecnologias digitais em sala de aula: o professor e a reconfiguração do processo educativo | Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional

SANTOS, Libério Mayk Luciano; GARCIA, Anilton Salles. Recurso educacional digital como auxiliar no ensino e aprendizagem escolar. Editora Observatório de la Economía Latino Americano, Vitória, 2023. Disponível em: Recurso educacional digital como auxiliar no ensino e aprendizagem escolar 1° Edição finalizado.

Perguntas:
1. O que são os Recursos Educacionais Digital e Recursos Abertos Educacionais?

2. Como podemos tornar as aulas mais atrativas e significativas utilizando Recursos Educacionais Digitais acessíveis e gratuitos?

3. Como o professor pode integrar os REDs e os REAs em seus planejamentos visando favorecer a aprendizagem significativa de seus alunos, assim como beneficiar o desenvolvimento da autonomia, criatividade e interação das crianças durante as aulas?

4. De que maneira os conhecimento desses recursos (RED e REA) podem ser facilitados e  de que forma o professor pode ter contato com esses recursos?




quarta-feira, 16 de abril de 2025

PBL Tema 5 - Educação Híbrida

 A Educação passa por diferentes transformações ao longo da sua história, seja na forma de ensinar, aprender, forma de pensar o sistema de ensino. Nos anos 2025 vive-se o momento mais atual da Cultura Digital em toda a sociedade, mas esta Cultura Digital ainda parece refletir pouco nos métodos e sistemas de ensino brasileiros.

Os alunos que temos atualmente na Educação Básica são os nativos digitais de duas gerações, geração Z e geração Alfa. Estes alunos em sua maioria vivem a Cultura Digital, salvo os excluídos digitais, expressando seus pensamentos, comunicar com os pares, entretenimento, busca de notícias, entre outros. Por que não utilizar desta Cultura Digital como aliada para o ensino aprendizagem? 

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prega que as Tecnologias Digitais (TDs) devem estar presentes no ensino aprendizagem dos estudantes brasileiros, sendo parte integrante do processo e objetivo de alcance de diferentes habilidades e competências. Surge neste sentido a Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH) que busca estimular e implantar uma rede de apoio para que os sistemas de ensino implantem definitivamente a Educação Híbrida em suas escolas.

Clorisvaldo, professor de uma escola do ensino médio que aderiu ao programa da RIEH, precisa trabalhar sua disciplina na perspectiva da Educação Híbrida, mas sente anseio em como implantá-la, pois percebe que alguns de seus alunos não possuem acesso a aparelho celular ou outras ferramentas que permitam o acesso à internet. Também percebe que os estudantes no qual possuem acesso à internet e aos aparelhos, em sua maioria utilizam os artefatos digitais com fins diversos aos educacionais, sendo assim, o professor se ver angustiado em como estimular e orientar estes estudantes a utilizarem os aparelhos adequadamente para fins educacionais.

PERGUNTAS

1 – Qual a definição de Educação Híbrida?

2 – Qual a diferença entre Educação Híbrida e Educação a distância?

3 – Como os professores podem implantar a Educação Híbrida em suas aulas afim de incluir a Cultura Digital no processo de ensino aprendizagem dos estudantes nativos digitais?

4 – Com a utilização cada vez mais rotineira das comodidades das tecnologias, nossa forma de pensar, nos comunicar e aprender são modificadas, então, como a Educação Híbrida pode influenciar a formação da consciência crítica dos estudantes em uma sociedade cada vez mais mediada por algoritmos e dados?

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIMA, Daniela da Costa Britto Pereira. Educação Híbrida em Contexto com a RIEH: conceitos e orientações pedagógicas. Projeto Desenvolvimento da rede de inovação para educação Híbrida/UFAL, Ibsen Mateus Bittencourt (Coordenador). Maceió: Edufal, 2024.

Pimentel, F. S. C., Rita, L. P. S., Pinto, I. M. B. S., Junior, N. B. dos S., & Amaro, M. J. R. (2024). Educação Híbrida na formação de gestores: uma visão experiencial dos impactos e desafios. EmRede - Revista De Educação a Distância, 11. https://doi.org/10.53628/emrede.v11i.1080

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Lei nº 14.945/2024. Estabelece a Política Nacional de Ensino Médio. 2024. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14945-31-julho-2024-796017-publicacaooriginal-172512-pl.html. Acesso em: 12 de abr. 2025.

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Resolução CNE/CEB nº2 de 13 de novembro de 2024. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cne/ceb-n-2-de-13-de-novembro-de-2024-596119533. Acesso em: 12 de abr. 2025.

Propostas para os temas dos artigos - entrega até 16 de julho

Sobre o artigo (paper). Deverá ser de 10 a 15 páginas, sobre temática da área do problema desenvolvido. O artigo será individual para os alu...